ABERTURA DA PORTA SANTA
Em dia oportuno, reúnam-se os fiéis na Igreja Catedral ou em outra igreja de particular importância para a vida diocesana. Prepare-se convenientemente uma porta de destaque na igreja escolhida, pela qual os fiéis possam adentrar livremente. Sobre a porta, esteja inscrita a expressão “Porta Santa” e, neste dia, sejam seus arcos solenemente adornados com flores. Na hora determinada, a porta deverá permanecer fechada. Ao seu lado externo, disponha-se um ambão, de onde será proclamada a leitura do Evangelho. Voltado para o povo, o Presidente, paramentado com as vestes próprias para a Missa, na cor branca, faz a saudação inicial:
Em dia oportuno, reúnam-se os fiéis na Igreja Catedral ou em outra igreja de particular importância para a vida diocesana. Prepare-se convenientemente uma porta de destaque na igreja escolhida, pela qual os fiéis possam adentrar livremente. Sobre a porta, esteja inscrita a expressão “Porta Santa” e, neste dia, sejam seus arcos solenemente adornados com flores. Na hora determinada, a porta deverá permanecer fechada. Ao seu lado externo, disponha-se um ambão, de onde será proclamada a leitura do Evangelho. Voltado para o povo, o Presidente, paramentado com as vestes próprias para a Missa, na cor branca, faz a saudação inicial:
A. Amém.
P. O Deus da esperança, que, no Verbo feito carne, nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
A. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Prossegue o celebrante:
P. Amados irmãos, o Santo Padre, Paulo VII, convida-nos à vivência deste Jubileu, tempo de graça, de conversão e de renovação espiritual. Sustentados por Cristo, Rocha que nos sustenta, somos chamados a colocar-nos a caminho de seu Reino glorioso, que se manifestará em sua plenitude nos novos tempos. Enquanto peregrinamos nesta terra, o Senhor nos chama a uma íntima comunhão com Ele, convidando-nos a passar da vida antiga para uma vida nova. Esta passagem encontra hoje um sinal visível nesta porta que, pela graça de Deus, somos chamados a atravessar.
Peçamos ao Senhor a graça de que, verdadeiramente renovados em nosso coração, possamos escutar a sua voz, permanecer firmes sobre a Rocha que é Cristo e, desde já, adentrar, pela fé e pela esperança, as realidades do Céu.
Faz-se um breve momento de silêncio.
P. Oremos.
Deus eterno e todo-poderoso, que enviastes ao mundo vosso Filho unigênito para a remissão dos nossos pecados, concedei-nos a graça de viver com fé e coração renovado este tempo jubilar, acolhendo as graças que, em vossa infinita bondade, derramais sobre aqueles que chamais das trevas à vossa luz maravilhosa. Fazei que, firmados em Cristo, nossa Rocha e nossa salvação, perseveremos no caminho da conversão e, conduzidos pela esperança, alcancemos um dia a plenitude do vosso Reino.
Por Cristo, nosso Senhor.
A. Amém.
O coro entoa a aclamação ao Evangelho ou outro canto apropriado.
ACLAMAÇÃO (Jo 14,6)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
EVANGELHO (Jo 14,1-7)
D. O Senhor esteja convosco.
A. Ele está no meio de nós.
D. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
A. Glória a vós, Senhor.
D. Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós. E, quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais também vós. E, para onde eu vou, vós conheceis o caminho”. Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” Jesus respondeu: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E, desde agora, o conheceis e o vistes”.
D. Palavra da Salvação.
A. Glória a vós, Senhor.
O Bispo pode explicar, com uma breve homilia, o sentido do Ano Jubilar e a passagem do Evangelho. Após a breve homilia, o Bispo, de braços abertos, reza:
P. Oremos.
Ó Deus de infinita misericórdia, que, em vossa bondade, nos concedeis este tempo jubilar, dignai-vos acolher o louvor e a ação de graças desta comunidade. Nós vos bendizemos pelas graças derramadas ao longo destes cinco anos e vos suplicamos que este Ano Santo renove em nós o ardor missionário, para que, movidos pela esperança, proclamemos o vosso Santo Evangelho em todos os lugares, fazendo de nossa presença um reflexo vivo do vosso amor. Fazei-nos, Senhor, peregrinos pelos caminhos da santidade e tornai fecundo este apostolado, para que, em unidade, cresçamos na fé e na comunhão. Por Cristo, nosso Senhor.
A. Amém.
Após a oração, o Bispo recebe o báculo ou um martelo e diz em voz alta:
P. Esta é a porta do Senhor.
A. Por ela só os justos entrarão.
O Bispo, com o martelo ou o báculo, bate à porta.
P. Entro em vossa casa, Senhor.
A. Para adorarmos em vosso santuário.
O Bispo, com o martelo ou o báculo, bate à porta.
P. Abri-me as portas da justiça.
A. Entrarei para louvar ao Senhor.
O Bispo, com o martelo ou o báculo, bate à porta.
Feito isso, o Bispo abre a porta, ajoelha-se e, após alguns momentos de oração, adentra a Catedral, precedido pelos ministros. Entoa-se o hino do Jubileu (Cristo, nossa esperança).
MEMÓRIA DO BATISMO
O Bispo dirige-se à pia batismal, onde preside o rito da Memória do Batismo, enquanto os fiéis tomam seus lugares na assembleia, voltados para a pia.
O Bispo convida à oração com estas palavras ou outras semelhantes:
P. Meus irmãos e minhas irmãs, invoquemos o Senhor, nosso Deus, para que abençoe esta água que será aspergida sobre nós, recordando o nosso Batismo. Que Ele se digne ajudar-nos a permanecer fiéis ao Espírito que recebemos.
Todos rezam durante alguns instantes em silêncio. Depois, o Bispo, de mãos unidas, continua:
P. Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda vida, abençoai esta água que vamos usar, confiantes, para implorar o perdão dos nossos pecados e alcançar a proteção da vossa graça contra toda doença e cilada do inimigo. Concedei, Senhor, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre as águas vivas para a nossa salvação, a fim de que nos aproximemos de vós com o coração puro e sejamos livres de todos os perigos da alma e do corpo. Por Cristo, nosso Senhor.
A. Amém.
O Bispo asperge a si mesmo, aos concelebrantes, aos ministros e ao povo, percorrendo a nave da Catedral. Enquanto isso, executa-se um hino apropriado. O Bispo, com os ministros, dirige-se ao presbitério. O diácono, tendo chegado ao altar, coloca ali o Evangeliário. O Bispo beija o altar, incensa-o juntamente com a cruz e dirige-se à cátedra. Regressando à cátedra, o Bispo diz:
P. Deus todo-poderoso nos purifique dos nossos pecados e, pela celebração desta Eucaristia, nos torne dignos da mesa do seu Reino.
A. Amém.
Logo após entoa-se o hino de louvor. A celebração continua como de costume, utilizando o formulário abaixo.
FORMULÁRIO PARA A MISSA
PELA IGREJA
COLETA
Ó Deus, em vossa admirável providencia, quisestes que o reino de Cristo se estenda por toda a terra e o gênero humano participe da redenção salvadora; fazei que a vossa Igreja seja sacramento universal de salvação e a todos os homens se revele nosso Senhor Jesus Cristo, o esperado das nações e Salvador dos povos. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
As Leituras estão indicadas abaixo.
Convém que se convide alguns fiéis da assembleia para realizarem a oferta dos dons, e do Pão e Vinho.
SOBRE AS OFERENDAS
Deus misericordioso, volvei vosso olhar para as oferendas do povo a vós consagrado e, pela força deste sacramento, concedei que a multidão dos que creem em vós seja sempre mais raça escolhida, sacerdócio régio, nação santa e povo que vos pertence.
Por Cristo, nosso Senhor.
Prefácio do Domingos do Tempo Comum VIII
DEPOIS DA COMUNHÃO
Ó Deus, sempre alimentais e fortificais a Igreja com vossos sacramentos; concedei-nos que, restaurados à mesa celeste e obedecendo aos ensinamentos do vosso amor, sejamos para a família humana fermento de vida e instrumento de salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
BÊNÇÃO FINAL
P. O Senhor esteja convosco.
A. Ele está no meio de nós.
P. Deus vos abençoe e vos guarde.
A. Amém.
P. E a benção de Deus todo poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
A. Amém.
D. Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
A. Graças a Deus!
LEITURAS
PRIMEIRA LEITURA (Ez 34,11-12.15-17)
Leitura da Profecia de Ezequiel.
Assim diz o Senhor Deus: "Vede! Eu mesmo vou procurar minhas ovelhas e tomar conta delas.Como o pastor toma conta do rebanho, de dia, quando se encontra no meio das ovelhas dispersas,assim vou cuidar de minhas ovelhas e vou resgatá-las de todos os lugares em que forem dispersadas num dia de nuvens e escuridão. Vou retirar minhas ovelhas do meio dos povos e recolhê-las do meio dos países para as conduzir à sua terra. Vou apascentar as ovelhas sobre os montes de Israel, nos vales dos riachos e em todas as regiões habitáveis do país. Vou apascentá-las em boas pastagens e nos altos montes de Israel estará o seu abrigo. Ali repousarão em prados verdejantes e pastarão em férteis pastagens sobre os montes de Israel. Eu mesmo vou apascentar as minhas ovelhas e fazê-las repousar – oráculo do Senhor Deus. Vou procurar a ovelha perdida, reconduzir a extraviada, enfaixar a da pena quebrada, fortalecer a doente, e vigiar a ovelha gorda e forte. Vou apascentá-las conforme o direito. Quanto a vós, minhas ovelhas, — assim diz o Senhor Deus — eu farei justiça entre uma ovelha e outra, entre carneiros e bodes”.
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL (116(117), 1.2 (R. Mc 16,15))
R. Ide, por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.
1. Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, povos todos, festejai-o!
2. Pois comprovado é seu amor para conosco, para sempre ele é fiel!
SEGUNDA LEITURA (Apocalipse 7,2-4.9-14)
Leitura do Apocalipse de São João.
Eu, João, vi um outro anjo, que subia do lado onde nasce o sol. Ele trazia a marca do Deus vivo e gritava, em alta voz, aos quatro anjos que tinham recebido o poder de danificar a terra e o mar, dizendo-lhes: “Não façam mal à terra nem ao mar, nem às árvores, até que tenhamos marcado na fronte os servos do nosso Deus”. Ouvi então o número dos que tinham sido marcados: eram cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel. Depois disso, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro; trajavam vestes brancas e traziam palmas na mão. Todos proclamavam com voz forte: “A salvação pertence ao nosso Deus, que está sentado no trono, e ao Cordeiro”. Todos os anjos estavam de pé, em volta do trono e dos Anciãos e dos quatro Seres vivos, e prostravam-se, com o rosto por terra, diante do trono. E adoravam a Deus, dizendo: “Amém. O louvor, a glória e a sabedoria, a ação de graças, a honra, o poder e a força pertencem ao nosso Deus para sempre. Amém”. E um dos Anciãos falou comigo e perguntou: “Quem são esses vestidos com roupas brancas? De onde vieram?” Eu respondi: “Tu é que sabes, meu senhor”. E então ele me disse: Esses são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro.
Palavra do Senhor.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO (Mt 28,19-20)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Ide ao mundo e ensinai a todas as nações! Eis que eu estou convosco, até o fim do mundo!
EVANGELHO (Mt 28,16-20)
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
Naquele tempo, os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado.
Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram. Então Jesus aproximou-se e falou: "Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo."
Palavra da Salvação.
